terça-feira, 16 de junho de 2009

PROFESSORES TALENTOSOS

O trabalho acadêmico MÍDIA, IMAGINÁRIO DE CONSUMO E EDUCAÇÃO de
PAOLA BASSO MENNA BARRETO GOMES quando publicado em Abril/2001 trazia a seguinte reflexão:
“Diante de tão grande número de ofertas visuais, performáticas e espetaculares na
sociedade, a escola encontra-se em desvantagem, pois os chamados auxiliares de
ensino audiovisual, a comunicação corporal do professor, sua retórica, não
convencem. O mundo da escola é um mundo cinza, parado e passivo. As imagens na
escola são manipuladas como se fossem neutras e inofensivas, além de serem mal
aproveitadas em termos de possibilidade educativa. Não se prepara o professor para
desempenhos comunicativos e expressivos ao nível do desafio do ensino e das
crianças atuais, não se prepara o professor, sobretudo, para dialogar com o mundo
através de um universo imagina.”

A didática deve enfocar a capacidade dos professores de atrai os alunos para a aula, causando-lhes interesses e curiosidades. O professor precisa ter ciência da comunicação para que o seu estilo de ensinar desperte a atenção dos alunos. Talvez precise ser áspero, talvez precise ser engraçado, talvez precise ser profundo, é preciso que o professor tenha sensibilidade para conhecer sua platéia.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

MÍDIA INFORMA, ESCOLA EDUCA

O texto abaixo tem como autora Ana Maria Di Grado Hessel e faz parte da Biblioteca do curso Gestão Escolar e Tecnologias. As TIC podem auxiliar na gestão da escola, PUC-SP, 2004 e reza assim:

A escola perdeu a sua principal função de transmitir saber e os gestores precisam
fomentar na sua equipe escolar a discussão sobre as novas relações do homem com
o conhecimento. O fato é que as novas mídias dão conta de distribuir a informação
com abundância e velocidade, além de utilizarem procedimentos e roupagens mais
atraentes.




Acredito que a escola deve voltar em preparar o homem para a sociedade e para a família e por que não dá orientações básicas sobre religião, pelo menos os princípios básicos que é comum a todas as religiões. A escola pode preparar os alunos para a vida e deixar para as mídias a tarefa da informação. Mas isso não significa que a escola perderá de vez a sua tarefa de transmitir conhecimento, A escola orientará os alunos a como obterem informação através das mídias.

O texto da professora Ana Hessel é oportuno em mostrar que as mídias possuem informação em abundância, velocidade e roupagem atraente. Com certeza é mais agradável assistir um filme sobre os romanos, do que lê um livro sem ilustração.

sábado, 23 de maio de 2009

FORMAS DE AVALIAÇÕES

NO SITE:
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/avaliacao/avaliacao-nota-10-424569.shtml
ENCONTRA-SE UMA RELAÇÃO DE VÁRIAS MANEIRAS COMO OS EDUCADORES PODEM AVALIAR OS ALUNOS, DEVIDO A SUA FORMA CLARA E SIMPLES DE EXLICA-LA, COPIAMOS AS NOVES FORMAS DE AVALIAÇÃO SUGERIDA PELOS EDITORES DA NOVA ESCOLA CONFORME A ORDEM QUE SEGUE ABAIXO:



Prova objetiva

definição: Série de perguntas diretas, para respostas curtas, com apenas uma solução possível.
função: Avaliar quanto o aluno apreendeu sobre dados singulares e específicos do conteúdo.
vantagens: É familiar às crianças, simples de preparar e de responder e pode abranger grande parte do exposto em sala de aula.
planejamento: Selecione os conteúdos para elaborar as questões e faça as chaves de correção; elabore as instruções sobre a maneira adequada de responder às perguntas
análise Defina o valor de cada questão e multiplique-o pelo número de respostas corretas
como utilizar as informações Liste os conteúdos que os alunos precisam memorizar; ensine estratégias que facilitem associações, como listas agrupadas por idéias, relações com elementos gráficos e ligações com conteúdos já assimilados


Prova dissertativa
definição Série de perguntas que exijam capacidade de estabelecer relações, resumir, analisar e julgar
função Verificar a capacidade de analisar o problema central, abstrair fatos, formular idéias e redigi-las
vantagens O aluno tem liberdade para expor os pensamentos, mostrando habilidades de organização, interpretação e expressão
atenção Não mede o domínio do conhecimento, cobre amostra pequena do conteúdo e não permite amostragem
planejamento Elabore poucas questões e dê tempo suficiente para que os alunos possam pensar e sistematizar seus pensamentos
análise Defina o valor de cada pergunta e atribua pesos a clareza das idéias, para a capacidade de argumentação e conclusão e a apresentação da prova
como utilizar as informações Se o desempenho não for satisfatório, crie experiências e motivações que permitam ao aluno chegar à formação dos conceitos mais importantes


Seminário
definição Exposição oral para um público leigo, utilizando a fala e materiais de apoio adequados ao assunto
função Possibilitar a transmissão verbal das informações pesquisadas de forma eficaz
vantagens Contribui para a aprendizagem do ouvinte e do expositor, exige pesquisa, planejamento e organização das informações; desenvolve a oralidade em público
atenção Conheça as características pessoais de cada aluno para evitar comparações na apresentação de um tímido ou outro desinibido
planejamento Ajude na delimitação do tema, forneça bibliografia e fontes de pesquisa, esclareça os procedimentos apropriados de apresentação; defina a duração e a data da apresentação; solicite relatório individual de todos os alunos
análise Atribua pesos à abertura, ao desenvolvimento do tema, aos materiais utilizados e à conclusão. Estimule a classe a fazer perguntas e emitir opiniões
como utilizar as informações Caso a apresentação não tenha sido satisfatória, planeje atividades específicas que possam auxiliar no desenvolvimento dos objetivos não atingidos


Trabalho em grupo
definição Atividades de natureza diversa (escrita, oral, gráfica, corporal etc) realizadas coletivamente
função Desenvolver o espírito colaborativo e a socialização
vantagens Possibilita o trabalho organizado em classes numerosas e a abrangência de diversos conteúdos em caso de escassez de tempo
atenção Conheça as características pessoais de cada aluno para evitar comparações na apresentação de um tímido ou outro desinibido
planejamento Proponha uma série de atividades relacionadas ao conteúdo a ser trabalhado, forneça fontes de pesquisa, ensine os procedimentos necessários e indique os materiais básicos para a consecução dos objetivos
análise Observe se houve participação de todos e colaboração entre os colegas, atribua valores às diversas etapas do processo e ao produto final
como utilizar as informações Em caso de haver problemas de socialização, organize jogos e atividades em que a colaboração seja o elemento principal


Debate
definição Discussão em que os alunos expõem seus pontos de vista a respeito de assunto polêmico
função Aprender a defender uma opinião fundamentando-a em argumentos convincentes
vantagens Desenvolve a habilidade de argumentação e a oralidade; faz com que o aluno aprenda a escutar com um propósito
atenção Como mediador, dê chance de participação a todos e não tente apontar vencedores, pois em um debate deve-se priorizar o fluxo de informações entre as pessoas
planejamento Defina o tema, oriente a pesquisa prévia, combine com os alunos o tempo, as regras e os procedimentos; mostre exemplos de bons debates. No final, peça relatórios que contenham os pontos discutidos. Se possível, filme a discussão para análise posterior
análise Estabeleça pesos para a pertinência da intervenção, a adequação do uso da palavra e a obediência às regras combinadas
como utilizar as informações Crie outros debates em grupos menores; analise o filme e aponte as deficiências e os momentos positivos


Relatório individual
definição Texto produzido pelo aluno depois de atividades práticas ou projetos temáticos
função Averiguar se o aluno adquiriu conhecimento e se conhece estruturas de texto
vantagens É possível avaliar o real nível de apreensão de conteúdos depois de atividades coletivas ou individuais
atenção Evite julgar a opinião do aluno
planejamento Defina o tema e oriente a turma sobre a estrutura apropriada (introdução, desenvolvimento, conclusão e outros itens que julgar necessários, dependendo da extensão do trabalho); o melhor modo de apresentação e o tamanho aproximado
análise Estabeleça pesos para cada item que for avaliado (estrutura do texto, gramática, apresentação)
como utilizar as informações Só se aprende a escrever escrevendo. Caso algum aluno apresente dificuldade em itens essenciais, crie atividades específicas, indique bons livros e solicite mais trabalhos escritos


Auto-avaliação
definição Análise oral ou por escrito, em formato livre, que o aluno faz do próprio processo de aprendizagem
função Fazer o aluno adquirir capacidade de analisar suas aptidões e atitudes, pontos fortes e fracos
vantagens O aluno torna-se sujeito do processo de aprendizagem, adquire responsabilidade sobre ele, aprende a enfrentar limitações e a aperfeiçoar potencialidades
atenção O aluno só se abrirá se sentir que há um clima de confiança entre o professor e ele e que esse instrumento será usado para ajudá-lo a aprender
planejamento Forneça ao aluno um roteiro de auto-avaliação, definindo as áreas sobre as quais você gostaria que ele discorresse; liste habilidades e comportamentos e peça para ele indicar aquelas em que se considera apto e aquelas em que precisa de reforço
análise Use esse documento ou depoimento como uma das principais fontes para o planejamento dos próximos conteúdos
como utilizar as informações Ao tomar conhecimento das necessidades do aluno, sugira atividades individuais ou em grupo para ajudá-lo a superar as dificuldades


Observação
definição Análise do desempenho do aluno em fatos do cotidiano escolar ou em situações planejadas
função Seguir o desenvolvimento do aluno e ter informações sobre as áreas afetiva, cognitiva e psicomotora
vantagens Perceber como o aluno constrói o conhecimento, seguindo de perto todos os passos desse processo
atenção Faça anotações no momento em que ocorre o fato; evite generalizações e julgamentos subjetivos; considere somente os dados fundamentais no processo de aprendizagem
planejamento Elabore uma ficha organizada (check-list, escalas de classificação) prevendo atitudes, habilidades e competências que serão observadas. Isso vai auxiliar na percepção global da turma e na interpretação dos dados
análise Compare as anotações do início do ano com os dados mais recentes para perceber o que o aluno já realiza com autonomia e o que ainda precisa de acompanhamento
como utilizar as informações Esse instrumento serve como uma lupa sobre o processo de desenvolvimento do aluno e permite a elaboração de intervenções específicas para cada caso


Conselho de classe
definição Reunião liderada pela equipe pedagógica de uma determinada turma
função Compartilhar informações sobre a classe e sobre cada aluno para embasar a tomada de decisões
vantagens Favorece a integração entre professores, a análise do curriculo e a eficácia dos métodos utilizados; facilita a compreensão dos fatos com a exposição de diversos pontos de vista
atenção Faça sempre observações concretas e não rotule o aluno; cuidado para que a reunião não se torne apenas uma confirmação de aprovação ou de reprovação
planejamento Conhecendo a pauta de discussão, liste os itens que pretende comentar. Todos os participantes devem ter direito à palavra para enriquecer o diagnóstico dos problemas, suas causas e soluções
análise O resultado final deve levar a um consenso da equipe em relação às intervenções necessárias no processo de ensino-aprendizagem considerando as áreas afetiva, cognitiva e psicomotora dos alunos
como utilizar as informações O professor deve usar essas reuniões como ferramenta de auto-análise. A equipe deve prever mudanças tanto na prática diária de cada docente como também no currículo e na dinâmica escolar, sempre que necessário

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A FUNÇÃO DA ESCOLA

A função da escola é basicamente educar o cidadão, mas veremos alguns conceitos mais elaborados por ilustres personagens da sociologia:


Segundo Kar Mannheim (sociólogo húngaro, 1893-1947)a escola existe em uma visão conservadora para ensinar sobre temas importantes, preparar o aluno para a vida e para uma carreira proffional, estimulando-o no desempenho das suas tarefas.

Émile Durkheim (sociólogo francês, 1858-1917). Ensinar o aluno a cultura daquela sociedade em que ele vive, educando-o para o trabalho e pregar a moral daquele grupo.


A escola deve disciplinar o homem para a vida

Já Karl Marx (sociólogo alemão, 1818-1883 via na função da escola a tarefa de preparar os alunos para a vida política e social do seu país. è um ideal revolucionária que contribuiu para formação de "monstros" sociais como o COMUNISMO SOVIÉTICO.

A função da escola na visão cristã é preparar os alunos para vida, ministrando para eles conhecimentos sobre Deus, o universo e o homem.

A exclusão dos conceitos básicos sobre Deus e religião do curriculo escolar contribuiu para a desmoralização da nossas sociedade, criando um vazio espiritual e falta de freio moral. Aqui se deve ensinar Civismo, Moral, A teoria criacionista do universo e do surgimento do homem, o sentimento íntimo de todo homem ewm crer em Deus, o conceito de Justiça divina que de alguma forma seremos recompensados ou castigados pelos atos praticados nesta vida.

A escola também deve passar aos alunos uma visão panorâmica sobre o mundo em que vivemos, devemos aprender na escola uma visão global de todas as ciências que envolve o conhecimento do universo com astronomia, geografia, botanica, zoologia, quimica, física, línguas, matemática.

A escola também deve preparar o aluno para o convívio com outros humanos, ensinando-os a arte da tolerância, dos limites sociais, do direito, das regras sociais de convivência, do princípio da hierarquia.


falta de limites, transformou a escola em uma desordem

domingo, 10 de maio de 2009

PLANO DE AULA

PLANO DE AULA
O professor antes de lecionar deverá planejar as aulas, neste planejamento deverá estar embutido todos os aspectos relacionado ao que se pretende alcançar durante o curso dos estudos.
O professor Luiz Alves de Mattos em seu livro Sumário de Didática Geral, descreve assim o significado do plano de aula:
“Previsão inteligente e bem calculada de todas as etapas do trabalho educacional que envolvem as atividades docentes e discentes, de modo a tornar o ensino seguro e eficiente” ( Mattos, 1971, p. 140).
O site http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/como-fazer-um-plano-aula.htm define o plano de aula assim:
O plano de aula é caracterizado pela descrição específica de tudo que o professor realizará em classe durante as aulas de um período específico
Luiz Henrique Quemel, instrutor de aula de informática passou a seguinte experiência sobre plano de aula específico para instrutores de informática:
“Quando comecei a ministrar aulas de informática pensei que poderia usar os mesmos métodos para diferentes públicos. A aula que ministrava para adolescentes não se adaptava para os adultos, que por sua vez nem chegava a motivar idosos. Tive que aperfeiçoar os objetivos instrucionais.Foi quando me socorri do método de alfabetização de adultos do educador Paulo Freire. A partir daí, as aulas começaram a atingir seus objetivos. Ao adaptar os objetivos instrucionais com o método do grande educador é que as aulas de introdução à informática tornaram-se sessões de divertimento. Nunca mais abandonei a estratégia, fosse aula de banco de dados ou economia de serviços”
Desta forma vemos que o plano de aula deve seguir os princípios da faixa etária e da disciplina que se esta lecionando para que seja focado para aquele público alvo.
Alguns aspectos considero importante e relacionarei abaixo:
1 – A DISCIPLINA, 2 – O CONTEUDO, 3 – OS RECURSOS
4 – O TEMPO, 5 - MÉTODO, 6 – A AVALIAÇÃO

1 – A DISCIPLINA – O professor deve dominar o assunto que vai ensinar, hoje em dia é um risco desnecessário o professor entrar em uma sala de aula sem dominar o tema que abordará, a chance de ser “engolido” por um aluno é grande, principalmente depois da internet...

2 – O CONTEUDO - O professor deverá se ater ao conteúdo proposto no plano de aula, ainda que temas do cotidiano sempre surjam no meio da aula, o professor logo deverá trazer a classe para o conteúdo.
3 – OS RECURSOS – O professor de antemão deverá ter ciência dos recursos que terá disponível para viabilizar a transmissão do ensino, seja com lousa, equipamentos de multimídia, literatura e etc..

4 – O TEMPO – Todo planejamento deve ser feito com base no tempo disponível para as aulas, um bom planejamento tem que está ajustado com o tempo disponibilizado para aquela disciplina.

5 – MÉTODO – O método de ensino pode transformar a aula em um show animado ou em um desafio para as pálpebras manterem-se alerta. Neste aspecto o professor tem que ser um animador de auditório.

6 – AVALIAÇÃO – O retorno de tudo isso é o que de fato foi aproveitado pelos alunos. Qualquer que seja a disciplina lecionada é preciso que o aluno tire uma lição para a sua vida, senão o seu cérebro descartará aquela informação apreendida. Concordo que é muito pouco o aluno ter que estudar para apenas tirar notas altas ou boas. A avaliação deve ser uma forma do aluno alcançar pelo menos o aprendizado mediano do grupo.

"PLANTAÇÕES DE GENTE"

A EDUCAÇÃO COMPARADA COM A AGRICULTURA

Educar gente tem em muitas coisas semelhanças com a ciência da agricultura. Educar gente e plantar uma lavoura tem muitos pontos análogos.

CONTEXTO SOCIAL:
Um aluno quando chega na escola vem de um contexto social que influenciará no aprendizado e bem provavelmente na sua produção final ou no resultado do ensino e na assimilação, da mesma forma quando cultivamos uma planta, devemos levar em conta que o tipo de solo, arenoso, argiloso, rico ou pobre em minerais irão também influenciar no desenvolvimento e frutificação daquela planta ou árvore.

O ENSINO:
O professor deverá ensinar com amor, tendo o cuidado de que todos os alunos estejam captando o ensino, ainda que alguns desenvolvam mais que outros a capacidade de assimilar as aulas, é dever do professor não deixar a “plantinha” morrer. Os que estão desenvolvendo bem, ótimo, mas os que estiverem com “folhas secas e o crescimento raquítico, talvez precise de uma “adubação” especial, talvez um pouco mais de acompanhamento. As plantas precisam de minerais como o nitrogênio, potássio e fósforo, entre outros elementos, da mesma forma os alunos precisam de uma educação ampla com várias disciplinas que ajudem a formar o caráter, a desenvolver a inteligência e a capacitação para enfrentar a vida adulta autonomamente.

METODO DE ENSINO
O professor deve ter uma dinâmica que garanta o crescimento gradual do aluno, não pode trocar a ordem das coisas, o sistema mental funciona do simples ao complicado, do fácil ao difícil. Assim também temos na natureza a necessidade da regularidade do sol e da chuva para o crescimento das plantas. O sol é fonte de energia que faz a planta transformar gás carbono em oxigênio, o professor é o sol dos alunos, cada professor tem um brilho especial, um diferente do outro, quanto mais capaz o professor mais luz/ensinamento ele transmite aos alunos. Alguns dão aulas como estando cumprimento uma obrigação enfadonha, outros ensinam como estivessem indo para o primeiro encontro com a mulher amada...

COLHEITA
Quem planta pretende colher flores, grãos, flores ou frutas. Quem ensina pretende formar cidadãos ( apesar que parece que tem professores que não sabe o por que estão ensinando). O aluno deve ter consciência que a sociedade o aguarda, cedo ou tarde para que ele traga para a comunidade frutos destes longos anos freqüentando a escola. Os frutos são: caráter para ser um bom pai de família ou uma boa mãe, um profissional responsável independente da carreira que venha seguir na vida. Outro fruto é a capacidade de domínio próprio para se tornar um cidadão educado, no sentido de tratamento pessoal com o seu próximo, em última instancia o ensino tem a finalidade de transmitir conhecimentos que o tornem competitivo para o mercado de trabalho.

REFLEXÃO
O professor deve amar os alunos como se eles fossem suas criações. Falo com conhecimento de causa, pois meu hobby é ser agricultor, no meu sítio eu lavro a terra, trabalho quinzenalmente arduamente com foice, enxada para manter a terra limpa, adubo as plantas e árvores frutíferas e pasmem, eu chego a fazer carinhos nos troncos das árvores que um dia plantei as pequenas sementes em “ copinhos”. Quanto uma árvore começa a dar fruto eu só falto soltar rojão. Se o homem é capaz de sentir isso por uma árvore, qual deve ser a nossa expectativa quanto ao futuro dos alunos...

sábado, 9 de maio de 2009

TRANSFORMANDO A INTELIGÊNCIA

A POSTAGEM "A CONTRIBUIÇÃO GENÉTICA NA APRENDIZAGEM" criou uma certa polêmica de cunho RACISTA, mas não foi essa minha intenção, mas quero deixar claro que acredito na diferença dos homens, que fomos, somos e seremos sempre diferentes.

Acredito em noções universais dualistas como: O BEM E O MAL, O BELO E O FEIO, O FORTE E FRACO, O RICO E O POBRE, O SABIO E O IGNORANTE E O INTELIGENTE E O "BURRO".

Mas não pensem que a proxima premissa que citarei na minha retórica será O BRANCO E O NEGRO. pois o meu conceito não é que brancos e negros são oponentes, são apenas variações de uma mesma espécie, a humana.

A questão que levantei é que não somos todos inteligentes da mesma forma, a inteligência humana pode varias por questões genéticas, culturais e congênitas como diz a WIKIPEDIA: "A principal característica da deficiência mental é a redução da capacidade intelectual ". Então não podemos dizer que todos temos a mesma capacidade intelectual.

Portanto, insisto na tese de que não somos todos iguais, nem mesmo nos níveis de inteligência. Meus melhores amigos que tive em minha vida tinha os apelidos identicos:"neguinho".

O DEUS que adoro e creio, quando veio ao mundo não era da raça nem Jafetita ( brancos), nem da raça Cananita ( negros) era um semita (judeu-Jesus), e cabe salientar que as figuras de Jesus que vemos nos quadros, pinturas, retratos são todos uma deturpação dos padrões fisiológicos dos judeus. O retrato que mais se aproxima da figura física de Jesus é esta que está embaixo. Este era um judeu típico nos dias de Jesus. Racismo mesmo é colocarem aquele "alemão" de olhos azuis, cabelos lisos e longos como o SALVADOR DO MUNDO.

O Jesus que creio era assim, o profeta Isaias, 700 anos anos antes de Jesus nascer disse sobre o Messias:"não tinha formosura nem beleza; e quando olhávamos para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos» (Isaías 53:2)



O que importa não é como nascemos, ou de que raça somos, é no que podemos nos transformar e a transformação que me refiro é a interior.